Novas regras do consignado do INSS: biometria facial passa a ser obrigatória

Atenção! Novas regras do consignado do INSS. O empréstimo consignado do INSS passou por mudanças importantes que começam a valer a partir desta terça-feira. As novas regras impactam diretamente aposentados, pensionistas e beneficiários que utilizam essa modalidade de crédito.

A principal novidade é a obrigatoriedade da biometria facial para validar a contratação do empréstimo. A medida foi criada para aumentar a segurança e reduzir golpes e fraudes envolvendo beneficiários do INSS.

Neste artigo, você vai entender o que mudou, como as novas regras funcionam e quais cuidados tomar antes de contratar um consignado

O que é empréstimo consignado?

O empréstimo consignado é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente da aposentadoria, pensão ou benefício do INSS.

Por possuir menor risco de inadimplência para os bancos, normalmente oferece juros mais baixos em comparação com outras linhas de crédito.

Por outro lado, exige bastante atenção, já que compromete parte da renda mensal do beneficiário por vários anos.

O que muda no consignado do INSS?

  • 🔐 Biometria facial obrigatória

Agora, aposentados e pensionistas precisarão validar a contratação do empréstimo por reconhecimento facial no aplicativo ou site Meu INSS.

Na prática, isso significa que o beneficiário deverá confirmar sua identidade digitalmente antes da liberação do crédito.

O objetivo é impedir fraudes e empréstimos feitos sem autorização.

  • 📅 Prazo maior para pagamento

O prazo máximo para quitar o empréstimo aumentou:

  • Antes: até 96 parcelas (8 anos)
  • Agora: até 108 parcelas (9 anos)

Apesar de reduzir o valor da parcela mensal, o aumento do prazo pode fazer o consumidor pagar mais juros no total.

  • ⏳ Possibilidade de começar a pagar depois

Outra mudança importante é a possibilidade de começar o pagamento do empréstimo somente após até 3 meses da contratação.

Essa carência pode ajudar no curto prazo, mas também aumenta o custo final da dívida devido aos juros acumulados.

  • 💰 Redução da margem consignável

A margem consignável representa o percentual máximo da renda que pode ser comprometido com empréstimos.

Com as novas regras:

  • O limite caiu de 45% para 40% da renda
  • Para beneficiários do BPC, o limite será de 35%

A mudança busca reduzir o superendividamento dos beneficiários.

Por que o governo mudou as regras?

Nos últimos anos, aumentaram os relatos de golpes, contratos indevidos e fraudes envolvendo empréstimos consignados.

Muitos aposentados descobriram descontos no benefício sem nunca terem autorizado a contratação.

Com a biometria facial obrigatória, o governo tenta aumentar a segurança nas operações e dificultar fraudes.

Cuidados antes de contratar um consignado

Antes de contratar qualquer empréstimo, considere:

✅ Compare taxas entre bancos
✅ Avalie se a parcela cabe no orçamento
✅ Evite contratar por impulso
✅ Nunca compartilhe senhas ou códigos
✅ Desconfie de ligações oferecendo crédito fácil
✅ Utilize apenas canais oficiais do Meu INSS

Vale a pena fazer empréstimo consignado?

Depende da situação financeira.

O consignado pode ser útil em emergências ou para quitar dívidas com juros mais altos. Porém, como compromete parte da renda por vários anos, deve ser utilizado com cautela.

Parcelas pequenas podem parecer vantajosas, mas prazos longos aumentam bastante o valor total pago ao banco.

Conclusão

As novas regras do consignado do INSS trazem mais segurança para aposentados e pensionistas, principalmente com a obrigatoriedade da biometria facial.

Ao mesmo tempo, mudanças como prazo maior e carência exigem atenção para evitar o endividamento excessivo.

Antes de contratar qualquer crédito, faça contas, compare opções e avalie se a dívida realmente faz sentido para o seu momento financeiro.

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Ganhe dinheiro com hobbies lucrativos na aposentadoria

Pessoa idosa sorridente em casa, fazendo artesanato e cuidando de plantas.

Transforme seus hobbies em fonte de renda na aposentadoria. Descubra como ganhar dinheiro fazendo o que ama e viver com mais liberdade e prazer.

Para muita gente, a aposentadoria é sinônimo de descanso. Mas também pode ser um momento de redescoberta, aprendizado e, por que não, renda extra. Se você tem um hobby que ama, por que não transformar isso em uma atividade lucrativa?

Mais do que um complemento financeiro, essa escolha pode trazer sentido, conexões sociais e realização pessoal. Neste artigo, vamos explorar formas simples e prazerosas de gerar renda na aposentadoria com o que você já gosta de fazer.

1. Artesanato: crie e venda peças únicas

Se você sabe fazer crochê, bordado, costura, velas, sabonetes artesanais ou pinturas, pode transformar isso em uma fonte de renda. Plataformas como Elo7 e Instagram são ótimos canais para divulgar seu trabalho.

2. Culinária: receitas que viram negócio

Doces, bolos caseiros, pães artesanais, marmitas saudáveis ou geleias caseiras têm grande demanda. Você pode vender para vizinhos, grupos locais ou fazer parcerias com pequenos comércios.

3. Jardinagem e plantas

Se você ama plantas, pode montar vasos decorativos, vender mudas ou oferecer serviços de jardinagem leve.

4. Aulas e oficinas

Compartilhe o que você sabe. Pode ser aula de música, pintura, línguas, culinária, costura ou qualquer outro saber. Atividades presenciais ou online funcionam muito bem.

5. Escrita, blogs e redes sociais

Gosta de escrever? Crie um blog ou canal sobre sua experiência, receitas, viagens ou reflexões. Com o tempo, você pode ganhar com AdSense, parcerias ou produtos digitais.

6. Brechó ou vendas online

Monte um brechó online com roupas e objetos usados. Plataformas como Enjoei, Shopee e OLX facilitam muito. Também vale garimpar produtos para revender.

7. Cuidados e companhia

Se você é uma pessoa sociável e cuidadosa, pode oferecer serviços de companhia para idosos, cuidar de crianças ocasionalmente ou passear com cães do bairro.

Vantagens de monetizar um hobby na aposentadoria

  • Manter a mente ativa e produtiva
  • Gerar renda extra com prazer
  • Fazer novas amizades e conexões
  • Fortalecer a autoestima e o senso de utilidade

Cuidados importantes

Não se sobrecarregue. A ideia é fazer o que você ama, com leveza. Organize seu tempo, defina preços justos e se valorize. Se possível, busque ajuda para divulgar seu trabalho.

Conclusão

Ganhar dinheiro na aposentadoria não precisa ser cansativo. Pode ser leve, divertido e, acima de tudo, significativo. Que tal começar hoje mesmo a pensar em como seu talento pode florescer nessa nova fase da vida?

Compartilhe esse artigo com alguém que esteja perto de se aposentar e que tenha um dom especial esperando para ser valorizado!

Planeje sua aposentadoria além do dinheiro

Casal aposentado caminhando em um parque.

Planeje sua aposentadoria além do dinheiro. Descubra o que você não pode deixar para depois para garantir uma vida plena no futuro

Aposentadoria. Só de ouvir essa palavra, muita gente já pensa em números: quanto vou receber? Qual o melhor investimento? Será que terei renda suficiente? É natural. Afinal, o dinheiro é uma parte fundamental para garantir qualidade de vida no futuro.

Mas… e se eu te dissesse que planejar sua aposentadoria vai muito além de contas bancárias, previdência privada e dividendos?

Neste artigo, a ideia é te mostrar que o verdadeiro bem-estar na aposentadoria envolve outras dimensões da vida que, se negligenciadas hoje, podem fazer falta lá na frente — mesmo que você tenha dinheiro de sobra.

Vamos conversar sobre o que você não pode deixar para depois?

1. Relacionamentos: você vai querer companhia

Quando a rotina de trabalho sai de cena, sobra tempo. Mas tempo sozinho demais pode virar solidão. E solidão, sabemos, tem impactos profundos na saúde mental e até física de idosos.

Você está cultivando amizades hoje? Está presente na vida da sua família? Tem com quem conversar sobre amenidades ou trocar experiências?

O dinheiro pode te levar a bons lugares, mas são as pessoas que fazem esses lugares terem sentido.

Cuide das suas conexões. Fortaleça vínculos. Crie momentos que construam lembranças. Isso é planejamento também.

2. Propósito: o que vai te levantar da cama?

Muita gente se vê perdida quando para de trabalhar. Não porque sentem falta do salário, mas porque não sabem mais qual é seu papel no mundo.

Já pensou sobre o que vai te motivar a viver seus dias quando o “expediente” acabar?

Ter hobbies, projetos, trabalho voluntário ou até um negócio pequeno por paixão pode manter sua mente ativa e te dar alegria real. Não subestime a importância de ter um propósito.

Aposentadoria não deve ser o fim de uma estrada — e sim o começo de uma nova.

3. Saúde: a verdadeira riqueza

Não tem nada que consuma mais dinheiro (e energia) do que lidar com problemas de saúde na velhice. E, infelizmente, muitos deles são resultado de hábitos ruins que começamos ainda jovens.

Você está cuidando da sua saúde física e emocional agora?

Fazer exames preventivos, cuidar da alimentação, manter uma rotina de exercícios, dormir bem, meditar… são pequenas decisões que se acumulam e te preparam para uma velhice mais leve — e menos dependente de remédios ou planos caros.

Lembre-se: o melhor investimento da sua vida é o corpo que você vai habitar até o fim.

4. Planejamento do tempo: o que você vai fazer com seus dias?

A aposentadoria traz liberdade — e isso é maravilhoso. Mas, para quem passou a vida com horários e metas, o excesso de tempo livre pode gerar ansiedade ou até depressão.

Por isso, pense: como você vai organizar seus dias?

Você quer viajar? Aprender algo novo? Escrever um livro? Brincar com os netos? Ter uma rotina saudável?

Não deixe para pensar nisso só quando parar de trabalhar. Crie agora os hábitos que deseja manter no futuro. Assim, você se adapta com mais naturalidade à nova fase.

5. Moradia: seu lar será adequado?

Um detalhe que muitas pessoas ignoram é o espaço físico em que viverão na aposentadoria. Escadas, banheiros escorregadios, distâncias grandes do mercado ou do hospital podem se tornar grandes obstáculos.

Já considerou se sua casa será funcional para você daqui 20 ou 30 anos?

Talvez seja o caso de pensar em adaptações simples, mudança de bairro, cidade menor, ou até considerar uma moradia compartilhada com amigos ou familiares.

Isso não precisa ser sinônimo de “lar de idosos”. Pode ser uma decisão inteligente e consciente, que combine conforto, acessibilidade e boa companhia.

6. Autonomia financeira: liberdade é poder escolher

Sim, o dinheiro importa — e muito. Ter uma reserva bem planejada te dá poder de escolha, segurança e independência.

Mas é importante lembrar que não se trata só de acumular. É preciso saber como vai gastar.

Você quer viver com simplicidade? Ou prefere manter um padrão mais alto? Vai morar sozinho ou dividir despesas com alguém? Vai querer viajar? Vai ajudar filhos ou netos?

Tenha clareza sobre seus desejos. Porque o dinheiro, sozinho, não decide sua vida. Ele apenas viabiliza os caminhos que você já traçou com intenção.

7. Documentação e decisões importantes

Um aspecto que ninguém gosta de falar, mas é essencial: você já pensou sobre testamento, seguro de vida, doação de bens em vida, ou quem tomará decisões caso você não possa?

Planejar a aposentadoria também é cuidar disso — para evitar confusão, sofrimento ou brigas familiares no futuro.

Converse com pessoas de confiança. Registre suas vontades. Deixe claro o que espera. É um gesto de amor e respeito com quem você ama (e com você mesmo).

Conclusão: aposentadoria é sobre viver bem — e não só ter dinheiro

Quando pensamos em “ficar velhos”, é comum a ansiedade bater. Mas ela diminui muito quando você entende que essa fase pode ser rica, leve e cheia de sentido — se for planejada com carinho e consciência.

O dinheiro? Claro que ajuda. Mas ele não compra tudo. Não compra amizade, nem saúde, nem propósito.

O que você pode fazer hoje para se preparar não só financeiramente, mas emocionalmente e socialmente?

Comece com pequenas ações. Cuide de si. Faça planos. Alimente seus vínculos. E, principalmente, lembre-se: sua aposentadoria começa a ser construída agora — com cada escolha que você faz.